Salve, salve, tripulantes desta nave louca chamada III, o Ingraçado Ilegível Inelegível. Mandei mal, né? Mas o início estava tão parecido com o Big Brother Brasil que eu decidi completar. Não fui muito feliz, eu sei, assim como sei que é engraçado. O Alvinho talvez não saiba.
Devo, não nego. Pago quando puder. Este é o lema, o título e a frase que se encaixa perfeitamente ao post de hoje. Sim, amigos, quem vos fala é Henrique Twist, representante da Camel em Minas e estou aqui para avacalhar, digo, fortalecer a amizade e a parceria pessoal entre eu e Alvinho e também concretizar a parceria existente entre o Ilegível Inelegível com o Canal Camel.
Antes de começar a falar do verdadeiro assunto deste post, venho convidar vocês para a gravação do Diz, Camel! #2 nos estúdios da CamelMINAS, no Recanto das Palmeiras (Cataguases-MG) na próxima segunda-feira (dia 1 de fevereiro) às 18h. O nosso convidado especial nada mais é do que o Alvinho, ele com certeza vai falar muito sobre o blog e vai interagir conosco e com o público que poderá enviar perguntas para nós fazermos pra ele através do nosso Spring Love, digo, FormSpring.
Eu quase que postei todos os links da Camel aqui, faltou o Flickr, a Comunidade no Orkut, o Canal no Youtube e o Profile no Orkut que vocês podem adicionar. Fora o Twitter que eu deixo pro final do post.
Vamos ao que interessa.
Reveillon 2009/2010
A Camel havia planejado um super reveillon. Nós compramos litros e mais litros de cerveja; os espumantes estavam encaminhados, as vodcas sendo preparadas na Rússia… tudo dentro dos conformes. Até que rolou um desânimo por questão pessoal o que abalou algumas pessoas da Camel, fora que não havia um certo clima entre alguns dos organizadores entre eles. Decidimos, por fim, adiar o reveillon pra 2010/2011.
Nós estávamos destruídos. Não tínhamos opções de onde ir. Os ingressos do Remo haviam subido de preço absurdamente, fora que nós não queríamos desde o início participar deste festejo naquele clube. Ao olharmos para aquele montante de cerveja estocada em minha casa e aquela vodca macabra, dissemos: “vamo botá essa porra pra gelá e vamos virar o ano bebendo!”. Sábias palavras, meu jovem. Vamos nessa.
O dia chegou. Aquele medo de dar tudo errado estava na nossa cara. A chuva nos atrasou, mas não nos impediu. Paramos o Voyage e o Chevete, ambos prata, ligamos o som e abrimos o isopor: na frente do HSBC, na Praça Rui Barbosa, abrimos aquela que seria a nossa redenção, abrimos aquela lata lembrando de tudo o que passamos em 2009. As outras não tiveram importância, só foram mantendo a garganta gelada. Pegamos os carros e fomos pra porta do Remo com um naipe de dar inveja: estilo vendedor de porta de festa. Aquela vodca com cervejas em lata, na porta de uma festa e rodeados de homens. Foi assim a concentração para quem foi no Remo e estava conosco. Vitão se uniu a nós (eu, Wallas, Ronaldo) e fomos para a ponte ver a tão esperada queima de fogos.
O meu sentimento era os melhores. Não sentia vontade de chorar – o que sempre acontece nas viradas de ano comigo – e estava feliz. Sabe, se parar pra pensar, 2009 foi um dos melhores anos dos últimos tempos, se não o melhor. Realizei muitos sonhos e, enfim… isso é assunto pra outro post. O relógio não andava e a chuva apertava, apertava e… deu 10 pra meia-noite e comecei a abrir o espumante, tirar o arame e tudo mais. Quando, do nada, sinto que a rolha está pra sair e digo: “Gente, acho que isso vai expl PLOFT!”. A rolha voa e lá vai o Henrique ficar 10 minutos segurando a pressão do espumante. E é demais, tá? Fiquei com o dedo doendo por DIAS! 2010 chegou, comemoramos, nos abraçamos e a chuva tinha dado uma trégua. Felizes, voltamos aos carros e… fomos para a Praça de novo. E toma mais cerveja, dessa vez sem o Víctor que já tinha ido pro Remo. E nós ficamos lá. 1:00h o Leno reabre e nós comemos alguns muitos cachorros-quentes, os primeiros do ano. Fomos no Gulão e lanchamos.
Ficou nisso. A cerveja acabou e ficamos sentados até às 7h na porta do HSBC rindo demais de tudo enquanto nós viamos as pessoas saindo carregadas totalmente bêbadas do Remo ou então quando o Grupo Tático, da Polícia Militar, correu com duas viaturas – uma Blazer uma Ranger – atrás de um cara que estava dando um golpe no Cachorrão do Leno saindo sem pagar os R$5,00 do lanche.
De fato, nós sempre tentamos tirar lições das coisas que nós fazemos, ou planejamos. Se deu certo, ótimo. Deu errado, tente de novo. A lição que tiramos disso e que queremos passar pra vocês, leitores e fãs, é que não importa com quem ou onde ou porque aquilo está acontecendo, curta. Se aconteceu algo ruim antes, levante a cabeça e siga em frente. Temos muito pra viver ainda e o segredo da felicidade é sorrir sempre.
Passei e passo por muitas situações estranhas na minha vida, coisas que vocês nunca passaram e talvez nunca imaginam passar, como por exemplo mudar de estado no auge da sua adolescência, tendo que fazer todos os seus amigos de novo. É complicado, é duro, é difícil… mas se é assim que é, vamos nos adaptar. Sorrir sempre, o melhor remédio.
Pra quem quiser seguir o Camel no Twitter, basta clicar aqui.
Esperamos que vocês participem enviando perguntas – pode ser aqui mesmo – para nós fazermos para o Alvinho no programa que gravaremos segunda-feira. Se quiserem participar da gravação, me procura.
Henrique Twist ist ist ist – CANALCAMEL.COM